Na festa de Natal, o aniversariante do dia como na noite de seu nascimento, ninguém lhe abriu as portas e Jesus não tem onde repousar. Não há espaço para ele nas casas dos hipócritas de ceias fartas e corações vazios. No teatro de Natal, entre Papais Noéis, pinheiros reluzentes, embrulhos de presentes, Cristo passa despercebido como se o bom velhinho fosse farto e o bom Deus é que fosse lenda. Eu não acredito no Natal consumo, o Natal das gentilezas fugazes, do altruísmo anual. Natal são as boas novas eternas de um Deus que se fez servo, do vergo que se fez carne, do profeta que revolucionou o mundo pela paz e pelo amor e é por amor a este Deus menino que os cristãos genuínos celebram o verdadeiro Natal. Nasceu hoje o salvador que é Cristo Senhor. Glória a Deus nas alturas e paz na terra aos homens de boa vontade.
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